Imagine uma guerra e você tomando parte da linha de frente. Imagine agora um grande banco de areia separando as forças contrárias desta grande batalha.
Seu pelotão inicia o avanço e você "protegido" atrás do grande banco de areia; não avança, não recua, não entra em ação!
Caminhando para o outro extremo desta parábola, chegamos à vida real. A guerra sendo a vida e o grande banco de areia sendo nossa zona de conforto. Na zona de conforto não avançamos, não recuamos, não progredimos, apenas estagnamos numa falsa sensação de segurança!
Na vida existem todas as oportunidades de trabalho, crescimento e progresso. Atrás do banco de areia, apenas sensação de segurança e paralisia.
O que nos faz continuarmos escondidos em nossa zona de conforto?
Será orgulho? Mascarado no medo de exposição, medo de se colocar no mundo e se deparar com pontos de vistas diferentes do nosso, outras ideias, outros contextos?
Será baixo autoestima? Sentindo-se incapaz de vencer os desafios, fraco diante dos obstáculos que a vida nos trás?
Será preguiça? Preguiça do trabalho de construção de nossos valores, do burilamento interior, do trabalho que alavanca nossa inteligência?
Qualquer que seja a raiz deste sentimento temos a plena certeza de que o grande banco de areia, nossa zona de conforto, na realidade é uma grande ilusão. É um lugar onde não devemos permanecer por muito tempo, é um lugar onde está plantada a armadilha do auto-boicote.
A pergunta que fica é: Você está escondido atrás de um banco de areia? Como e quando ele foi construído? Qual o momento de abandoná-lo?
Estas perguntas realizei para mim mesmo diante da cirurgia e cheguei à conclusão que durante vários anos construí esta situação, engordando e engordando gradativamente.
Me escondi atrás da gordura e de minha corpulenta silhueta, escondendo opiniões, ações, emoções e também potenciais.
Orgulho? Baixo autoestima? Preguiça? Tudo isso junto certamente.
E agora? É a pergunta que me faço! Vejo meu grande areal se desfazendo pouco a pouco e junto com esse processo se descortina um novo desafio...
Sair de minha zona de conforto depois de tantos anos ou construir um novo banco de areia.
O desafio está lançado e venho trabalhando para que a primeira opção se concretize em minha vida!
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Adaptação do texto de minha autoria e mesmo título publicado no site Recanto das Letras
sábado, 21 de dezembro de 2013
domingo, 15 de dezembro de 2013
Retorno com Cirurgião e Primeiros Exames
No dia 02 de Dezembro completei um mês e meio completados da cirurgia, hora de visitar o cirurgião com os primeiros exames laboratoriais. Todos estavam dentro da normalidade, além disso a gordura no pâncreas e no fígado diminuíram sensivelmente, colocando em "doutorês", a esteatose hepática e pancreática antes de grau II agora estão em grau I.
Cada dia que passa reaprendo mais a arte de me alimentar, é realmente um novo modelo de organização, adaptação e aceitação. A redução de peso está constante, porém sofre pequenas estagnações durante certos períodos, talvez pela reação do próprio organismo à perda grande de peso em tão pouco tempo. Reparei também que estou com baixa energia para as atividades rotineiras.
Agora passarei novamente com a equipe em Fevereiro de 2014, primeiro com a nutricionista depois com o Endocrinologista em Maio de 2014. Retornarei com o cirurgião somente após completar um ano de cirurgia, mas, de três em três meses, estarei com algum especialista da equipe avaliando sempre novos exames.
No próximo post farei um balanço após completar 2 meses de cirurgia que será no dia 16 de Dezembro de 2013.
Cada dia que passa reaprendo mais a arte de me alimentar, é realmente um novo modelo de organização, adaptação e aceitação. A redução de peso está constante, porém sofre pequenas estagnações durante certos períodos, talvez pela reação do próprio organismo à perda grande de peso em tão pouco tempo. Reparei também que estou com baixa energia para as atividades rotineiras.
Agora passarei novamente com a equipe em Fevereiro de 2014, primeiro com a nutricionista depois com o Endocrinologista em Maio de 2014. Retornarei com o cirurgião somente após completar um ano de cirurgia, mas, de três em três meses, estarei com algum especialista da equipe avaliando sempre novos exames.
No próximo post farei um balanço após completar 2 meses de cirurgia que será no dia 16 de Dezembro de 2013.
domingo, 8 de dezembro de 2013
Balanço de um mês e dieta sólida
Completei 1 mês de cirurgia em 16/11/2013 e o balanço final cortou 12 kg do meu peso original, o que se encontra dentro da média esperada para o tipo de cirurgia que realizei (Bypass com derivação Y-Roux). Somente para ilustrar, no primeiro mês, a faixa de perda esperada é entre 7% e 10% do peso original. Estou me sentindo bem mais disposto para as atividades rotineiras, acordo com menos dificuldade e já faço caminhadas sem sentir dores na planta do pé.
No 21o. dia passei à dieta sólida sob orientação da nutricionista especialista neste tipo de acompanhamento. Basicamente devo me alimentar de 3 em 3 horas, beber de 1,5 a 2,0 litros de água diariamente. Bom até aí é uma orientação que serve para todos, o diferencial é quanto aos tipos de alimentos e suplementos que deverão ser priorizados na alimentação.
Neste tipo de cirurgia que diminui o nível de absorção do organismo, dois tipos de nutrientes, em especial, são os mais afetados: o cálcio e o ferro-3 (presente na carne vermelha). Assim, das 14 refeições principais semanais (almoço e janta), 11 devem conter carne vermelha e todos os lanches e o café da manhã deve conter uma porção mínima de carboidrato fibroso (integral) e derivados de leite com baixo teor de gordura (queijos, iogurtes e afins).
Já fiz algumas "artes" que me renderam boas cólicas e dores abdominais, porém, não experimentei o tão comentado e temido "dumping" (ingestão de açúcares). Tentei ingerir queijo gorduroso (provolone) com consequências funestas, bem como alguns salgadinhos de festa assados, leite integral também me causou um certo mal estar (talvez um início de dumping sem maiores consequências).
Estou partindo para o segundo mês de cirurgia e no próximo post já terei retornado com o cirurgião com os primeiros exames laboratoriais.
No 21o. dia passei à dieta sólida sob orientação da nutricionista especialista neste tipo de acompanhamento. Basicamente devo me alimentar de 3 em 3 horas, beber de 1,5 a 2,0 litros de água diariamente. Bom até aí é uma orientação que serve para todos, o diferencial é quanto aos tipos de alimentos e suplementos que deverão ser priorizados na alimentação.
Neste tipo de cirurgia que diminui o nível de absorção do organismo, dois tipos de nutrientes, em especial, são os mais afetados: o cálcio e o ferro-3 (presente na carne vermelha). Assim, das 14 refeições principais semanais (almoço e janta), 11 devem conter carne vermelha e todos os lanches e o café da manhã deve conter uma porção mínima de carboidrato fibroso (integral) e derivados de leite com baixo teor de gordura (queijos, iogurtes e afins).
Já fiz algumas "artes" que me renderam boas cólicas e dores abdominais, porém, não experimentei o tão comentado e temido "dumping" (ingestão de açúcares). Tentei ingerir queijo gorduroso (provolone) com consequências funestas, bem como alguns salgadinhos de festa assados, leite integral também me causou um certo mal estar (talvez um início de dumping sem maiores consequências).
Estou partindo para o segundo mês de cirurgia e no próximo post já terei retornado com o cirurgião com os primeiros exames laboratoriais.
sábado, 9 de novembro de 2013
O que motiva você?
O que leva uma pessoa ao extremo de uma cirurgia bariátrica? O que faz uma pessoa buscar uma "mutilação legal" do corpo se expondo ao risco que esse procedimento apresenta? São perguntas com respostas variadas, pois depende do contexto de cada um, das crenças, da cultura, dos valores que preserva, dentre outros.
Como somente posso falar por mim, colocarei aqui meus motivos.Posso dizer que o que me impulsionou a tomar tal decisão é um misto de três sentimentos principais: raiva, sentimento de impotência e necessidade de preservação da vida.
Raiva de mim mesmo por tentar inúmeras vezes emagrecer através de inúmeros métodos obtendo resultados pífios e pouco consistentes, retornando, invariavelmente, ao estado anterior. Será falta de força de vontade? Dificuldade real? Outras limitações desconhecidas?
Essas inúmeras tentativas frustradas causam um grande sentimento de impotência diante de uma doença crônica que é a obesidade mórbida, daí que um sentimento realimenta o outro num ciclo vicioso altamente desgastante.
Finalmente, a preservação da própria vida, que é um sentimento inerente a todos os seres vivos, se apresenta muito forte dentro de mim e cresce à medida que deteriorei pouco a pouco minha saúde por causa da exposição por um longo período de tempo a este problema crônico.
E você caro(a) amigo(a)! O que te motiva a pensar na realização dessa cirurgia? Que beneficios reais espera? Que vantagens e desvantagens você enxerga? Que limitações enfrentará? A que riscos estará exposto(a) ? Você enxerga a cirurgia a longo prazo como meio ou fim ? Está disposto a usar esta ferramenta para reeducar-se durante o processo?
Todas estas perguntas devem ser consideradas antes de uma decisão. Seja sincero(a) com você mesmo(a) para que crie uma base sólida que irá sustentar sua decisão seja ela qual for.
Como somente posso falar por mim, colocarei aqui meus motivos.Posso dizer que o que me impulsionou a tomar tal decisão é um misto de três sentimentos principais: raiva, sentimento de impotência e necessidade de preservação da vida.
Raiva de mim mesmo por tentar inúmeras vezes emagrecer através de inúmeros métodos obtendo resultados pífios e pouco consistentes, retornando, invariavelmente, ao estado anterior. Será falta de força de vontade? Dificuldade real? Outras limitações desconhecidas?
Essas inúmeras tentativas frustradas causam um grande sentimento de impotência diante de uma doença crônica que é a obesidade mórbida, daí que um sentimento realimenta o outro num ciclo vicioso altamente desgastante.
Finalmente, a preservação da própria vida, que é um sentimento inerente a todos os seres vivos, se apresenta muito forte dentro de mim e cresce à medida que deteriorei pouco a pouco minha saúde por causa da exposição por um longo período de tempo a este problema crônico.
E você caro(a) amigo(a)! O que te motiva a pensar na realização dessa cirurgia? Que beneficios reais espera? Que vantagens e desvantagens você enxerga? Que limitações enfrentará? A que riscos estará exposto(a) ? Você enxerga a cirurgia a longo prazo como meio ou fim ? Está disposto a usar esta ferramenta para reeducar-se durante o processo?
Todas estas perguntas devem ser consideradas antes de uma decisão. Seja sincero(a) com você mesmo(a) para que crie uma base sólida que irá sustentar sua decisão seja ela qual for.
domingo, 27 de outubro de 2013
Sede e Fome
Você tem sede de que? Você tem fome de que?
Este verso eternizado na música "Comida" do Titãs ilustra bem o pensamento deste momento da minha pós-cirurgia.
Nos dois primeiros dias de dieta liquida não senti fome, porém bastante sede, mas sede de que? De água! Mesmo tomando gatorade, água de coco dentre outros, estes primeiros momentos só se aliviaram quando passei a tomar mais água! Somente após os dois primeiros dias é que consegui imprimir uma variação maior nos tipos de líquidos.
Já nos dias subsequentes, variando mais os líquidos e diminuindo ao máximo o intervalo entre os goles (3 em 3 minutos), consegui ficar bem hidratado e o melhor: sem fome e vontade alguma de comida. Este estado interessante durou até o 10o. dia de dieta líquida, pois percebi desde então ligeira vontade de comer algo, mas não senti fome, pois todos sabemos que fome é bem diferente de vontade de comer.
Agora, partindo para o 12o dia de dieta líquida percebo a importância de variar ao máximo os tipos de líquidos que ingerimos para que a dieta não se torne monótona e potencialize a vontade de comer outros tipos de alimentos. Varie ao máximo, tanto os líquidos doces quanto os salgados!
Para aqueles que pretendem fazer a cirurgia e têm receio deste primeiro momento líquido no pós deixo um recado: A fome é quase nenhuma, desde que sigam os conselhos acima, é totalmente suportável, porém a fome ou vontade podem ser agravadas com um variação pobre dos líquidos e um intervalo grande demais entre as ingestões.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
A Cirurgia
O que falar da cirurgia? Colocarei aqui algumas informações básicas, pois o processo é o mesmo para todos, com algumas exceções, e estarei apenas repetindo o que existe de informação em vários lugares.
Meu caso particular exigiu que eu estivesse, desde domingo (13/10), em dieta estritamente líquida até a véspera da cirurgia (por conta do excesso de peso), pois no dia da cirurgia eu deveria ficar de jejum total (nem água...) nas últimas 12 horas.
Na quarta (16/10), data da cirurgia, me apresentei ao Hospital Santa Rita (SP) para a internação ao meio dia, com a cirurgia agendada para as 16 horas.
Quero deixar um parênteses neste momento para elogiar a estrutura, os profissionais e a organização do hospital Santa Rita, fiquei muito bem impressionado e deixo aqui meus parabéns para todos profissionais e responsáveis que atuam naquele hospital.
Bom, às 16:10 me pegaram no quarto para eu me preparar para a cirurgia e às 16:50 já estava iniciando o procedimento da anestesia geral, inalando aquele gás que apaga as pessoas, depois disso só acordei por volta das 22h na sala de recuperação (Sei que era por volta deste horário por que a primeira coisa que escutei foi o toque de chamada da Globo para o futebol das quartas-feiras). Fiz um trabalho de respiração para normalizar o nível de oxigenação do organismo e às 23h já estava de volta ao quarto com soro e os medicamentos intravenais.
No dia seguinte pela manhã (17/10) recebi a visita do cirurgião - Dr. Henrique Y. Shirozaki -, a quem também estendo todo meu agradecimento incluindo sua competente equipe, que me deu a informação da duração da cirurgia em si: 2h e 15 min, sendo que a média é de 1h 30min. Esse tempo maior já era previsto pela equipe por que a aderência dos órgãos da região abdominal estava alta devido a um outro procedimento cirúrgico que realizei em 2005.
Ainda pela manhã realizei várias caminhadas pelos corredores do hospital, conforme recomendação, para ativar os sistemas do organismo e para eliminar os gases que se acumulam e causam dores. Além disso já retiraram meu soro e disponibilizaram vários tipos de líquidos que me acompanharão pelos próximos 21 dias: água de coco, gatorade, chá, caldo ralo de sopa e gelatinas. Estes líquidos devem ser ingeridos de 20ml em 20ml intervalados por 5 minutos. Continuei caminhando nos corredores a cada 2 horas até à noite, estava apenas sentindo dores leves por conta dos gases, mas aliviadas pelos medicamentos.
Na sexta-feira (18/10) recebi logo cedo (7h) a visita do Dr. Henrique que me examinou e já me deixou de alta para as 10h quando voltei para a casa com um Respiron (para exercícios respiratórios) e uma meia cirúrgica (para evitar trombose).
Outro número para finalizar: Me pesei no sábado (19/10) e já estava com 156.5 kg, ou seja, 4.5 Kg de perda até o momento.
Meu caso particular exigiu que eu estivesse, desde domingo (13/10), em dieta estritamente líquida até a véspera da cirurgia (por conta do excesso de peso), pois no dia da cirurgia eu deveria ficar de jejum total (nem água...) nas últimas 12 horas.
Na quarta (16/10), data da cirurgia, me apresentei ao Hospital Santa Rita (SP) para a internação ao meio dia, com a cirurgia agendada para as 16 horas.
Quero deixar um parênteses neste momento para elogiar a estrutura, os profissionais e a organização do hospital Santa Rita, fiquei muito bem impressionado e deixo aqui meus parabéns para todos profissionais e responsáveis que atuam naquele hospital.
Bom, às 16:10 me pegaram no quarto para eu me preparar para a cirurgia e às 16:50 já estava iniciando o procedimento da anestesia geral, inalando aquele gás que apaga as pessoas, depois disso só acordei por volta das 22h na sala de recuperação (Sei que era por volta deste horário por que a primeira coisa que escutei foi o toque de chamada da Globo para o futebol das quartas-feiras). Fiz um trabalho de respiração para normalizar o nível de oxigenação do organismo e às 23h já estava de volta ao quarto com soro e os medicamentos intravenais.
No dia seguinte pela manhã (17/10) recebi a visita do cirurgião - Dr. Henrique Y. Shirozaki -, a quem também estendo todo meu agradecimento incluindo sua competente equipe, que me deu a informação da duração da cirurgia em si: 2h e 15 min, sendo que a média é de 1h 30min. Esse tempo maior já era previsto pela equipe por que a aderência dos órgãos da região abdominal estava alta devido a um outro procedimento cirúrgico que realizei em 2005.
Ainda pela manhã realizei várias caminhadas pelos corredores do hospital, conforme recomendação, para ativar os sistemas do organismo e para eliminar os gases que se acumulam e causam dores. Além disso já retiraram meu soro e disponibilizaram vários tipos de líquidos que me acompanharão pelos próximos 21 dias: água de coco, gatorade, chá, caldo ralo de sopa e gelatinas. Estes líquidos devem ser ingeridos de 20ml em 20ml intervalados por 5 minutos. Continuei caminhando nos corredores a cada 2 horas até à noite, estava apenas sentindo dores leves por conta dos gases, mas aliviadas pelos medicamentos.
Na sexta-feira (18/10) recebi logo cedo (7h) a visita do Dr. Henrique que me examinou e já me deixou de alta para as 10h quando voltei para a casa com um Respiron (para exercícios respiratórios) e uma meia cirúrgica (para evitar trombose).
Outro número para finalizar: Me pesei no sábado (19/10) e já estava com 156.5 kg, ou seja, 4.5 Kg de perda até o momento.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
O Dia da Cirurgia do Estômago
É o dia da cirurgia de redução estômago; um misto de ansiedade, expectativa, medo, fé e esperança se misturam na minha mente. Foram 3 anos entre a decisão, preparo e aceitação do processo. Neste momento me ponho a pensar: Será que posso considerar a iminência de uma transformação tão significante em minha vida a realização de um sonho? Minha resposta é não! Será que alguém tem o sonho de se operar por causa de uma doença? Talvez o sentimento seja de gratidão pela oportunidade de poder tratar um mal que tem raízes profundas e que se esconde muitas vezes em nosso subconsciente. Outra pergunta fica: Após tantas tentativas frustradas de curar-me da obesidade será esta definitiva e efetiva? No meu modo de ver a cirurgia é mais uma ferramenta, um acessório poderoso para que se consiga ativar um processo de emagrecimento baseado na autoeducação, ela nos proporciona um tempo maior para realizarmos isso, com uma garantia: o emagrecimento e aproximadamente 2 anos de readaptação total do organismo ao novo "modelo físico". A manutenção deste novo contexto corporal e de saúde se deverá a como nos comportarmos neste período. Pois bem, cedo ou tarde o processo recai sobre nosso próprio esforço e reeducação para atingirmos o sucesso definitivo. Alguma responsabilidade diferente de qualquer outro processo de emagrecimento? (...) Assim, amanhã inicia minha jornada na autoeducação e a inicio com um peso de 160 Kg. Para mim, chegar a dois digitos de peso e mantê-lo já será a vitória que almejo. No próximo post já estarei operado (espero) e falarei sobre a internação, a cirurgia e o pós-cirurgia. Que Deus me acompanhe !
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